BLOG INÍCIO MAIO/2012 - SIGA O BLOG DA ACADEMIA
05/01/2014
06/11/2013
Acadêmica Márcia Christina Lio Magalhães, Lança Seu Novo Livro de Poemas na ALJUG.
A Poeta e Escritora MÁRCIA CHRISTINA LIO MAGALHÃES, Acadêmica da ACADEMIA DE LETRAS JUVENAL GALENO, Lançou seu novo Livro de poemas A PELE QUE HABITO na tarde de 28 de Setembro de 2013, na Casa de Cultura Juvenal Galeno. Segue algumas fotos do Evento e um vídeo da Autora declamando o poema MINHAS ÁGUAS.
O discurso de abertura da sessão de Lançamento do Livro foi feito pelo Presidente da ACE Associação Cearense de Escritores, Francisco Tizim. Palavras que deixaram a Autora muito emocionada. Segue abaixo:
"Hoje estamos aqui de coração aberto e alma exultante, para celebrar a poesia que emana em copiosa avalanche d'alma, de nossa querida consórcia, Márcia Magalhães. Exímia Poetisa, advinda das fileiras de beletristas das Minas Gerais, para em versos sonoros, cantar as cantigas que nos enternecem a alma e aquecem o nosso coração de sertanejos cearenses...
Márcia Magalhães seja bem vinda! E que Deus prodigalize cada vez mais a sua encantadora verve! Pelo que sou mais uma vez grato!
Fraternalemnte,
Francisco Tizim em nome de todos."
Francisco Tizim fazendo o discurso de abertura.
Site da Autora: http://marciacristinaliomagalhaes.blogspot.com
02/10/2013
Solenidade de Fundação e Posse dos Acadêmicos da ACADEMIA DE LETRAS JUVENAL GALENO - 28/09/2013
No último sábado 28 de Setembro de 2013, na cidade de Fortaleza CE - Brasil, foi celebrada em noite de festa a Solenidade de Fundação e posse da ALJUG - ACADEMIA DE LETRAS JUVENAL GALENO, na Casa de Cultura Juvenal Galeno. Esta brilhante Entidade que tem como sua Presidente a Escritora Eliane Arruda, celebrou e apresentou à sociedade cearense seus 35 Literatos que tomaram posse junto às respectivas Cadeiras e Cargos.
Segue algumas fotos deste Evento que já entrou para a história cultural desta cidade, marcando a data festiva e emocionante no Calendário.
Foto Oficial dos Acadêmicos
Francisco de Assis Clementino Ferreira - Tizim * Vice Presidente
Eliane Maria Arruda * Presidente
Dr. Antonio Galeno Junior * Presidente de Honra, entregando o Diploma à Presidente Eliane Arruda
Acadêmicos fazendo o Juramento
28/09/2013
FUNDADORES DA ALJUG
Sócios fundadores.
Presidente: Eliane Maria Arruda Silva - Cadeira 01
Vice Presidente: Francisco de Assis Clementino Ferreira - Cadeira 02
Segundo Vice Presidente: Joseleudo Bonfim Santana - Cadeira 03
Diretora de Relações Culturais: Márcia Christina Lio Magalhães - Cadeira 10
Diretor de Eventos: João Silas Falcão Soares - Cadeira 08
Diretor de Comunicação: Paulo Tadeu de Oliveira - Cadeira 16
Diretor de Publicação: Ernani Rocha Machado – Cadeira 27
Diretor Jurídico: Francisco Giovani Felismino Leite - Cadeira 11
Primeira Secretária: Rosa Virgínia Carneiro de Castro - Cadeira 04
Segunda Secretária: Sylvia Helena Medeiros Braun - Cadeira 05
Primeira Tesoureira: Sônia Maria Nog - Cadeira 07
Segundo Tesoureiro: Francisco Bernivaldo Carneiro - Cadeira 06
Conselho Fiscal:
Antônio Arilo Cavalcanti Jr. - Cadeira 12
Abmael Martins Ferreira – Cadeira 28
Francisco José Moreira Lopes - Cadeira 14
Sócios Efetivos:
Oneida Milhome – 13
Moreira Lopes - 14
Gilson Pontes – 15
Socorro Cavalcante – 17
Eduardo Luiz - 18
Maria Eliane – 19
Paulo Montenegro - 20
Clara Leda – 21
Adegildo Férrer – 22
Rubéns Venceslau – 23
Linda Lemos – 24
Fátima Lemos – 25
Rejane Nascimento - 26
Ernani Rocha Machado – 27
Cirlene Setúbal - 29
João Lemos – 30
Argentina Austregésilo – 31
Gutemberg Andrade – 32
Rubens Venceslau – 33
Regina Holanda - 35
Pedro Jorge Rodrigues Gomes - 09
Maria do Socorro Cavalcanti - 17
Sócios Eméritos
Lima Freitas
Mônica Silveira
Presidente: Eliane Maria Arruda Silva - Cadeira 01
Vice Presidente: Francisco de Assis Clementino Ferreira - Cadeira 02
Segundo Vice Presidente: Joseleudo Bonfim Santana - Cadeira 03
Diretora de Relações Culturais: Márcia Christina Lio Magalhães - Cadeira 10
Diretor de Eventos: João Silas Falcão Soares - Cadeira 08
Diretor de Comunicação: Paulo Tadeu de Oliveira - Cadeira 16
Diretor de Publicação: Ernani Rocha Machado – Cadeira 27
Diretor Jurídico: Francisco Giovani Felismino Leite - Cadeira 11
Primeira Secretária: Rosa Virgínia Carneiro de Castro - Cadeira 04
Segunda Secretária: Sylvia Helena Medeiros Braun - Cadeira 05
Primeira Tesoureira: Sônia Maria Nog - Cadeira 07
Segundo Tesoureiro: Francisco Bernivaldo Carneiro - Cadeira 06
Conselho Fiscal:
Antônio Arilo Cavalcanti Jr. - Cadeira 12
Abmael Martins Ferreira – Cadeira 28
Francisco José Moreira Lopes - Cadeira 14
Sócios Efetivos:
Oneida Milhome – 13
Moreira Lopes - 14
Gilson Pontes – 15
Socorro Cavalcante – 17
Eduardo Luiz - 18
Maria Eliane – 19
Paulo Montenegro - 20
Clara Leda – 21
Adegildo Férrer – 22
Rubéns Venceslau – 23
Linda Lemos – 24
Fátima Lemos – 25
Rejane Nascimento - 26
Ernani Rocha Machado – 27
Cirlene Setúbal - 29
João Lemos – 30
Argentina Austregésilo – 31
Gutemberg Andrade – 32
Rubens Venceslau – 33
Regina Holanda - 35
Pedro Jorge Rodrigues Gomes - 09
Maria do Socorro Cavalcanti - 17
Sócios Eméritos
Lima Freitas
Mônica Silveira
31/01/2013
A Jangada
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Tu queres vento de terra,
Ou queres vento do mar?
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Aqui no meio das ondas,
Das verdes ondas do mar,
És como que pensativa,
Duvidosa a bordejar!
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Saudades tens lá das praias,
Queres n’areia encalhar?
Ou no meio do oceano
Apraz-te as ondas sulcar?
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Sobre as vagas, como a garça,
Gosto de ver-te adejar,
Ou qual donzela no prado
Resvalando a meditar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Se a fresca brisa da tarde
A vela vem te oscular,
Estremeces como a noiva
Se vem-lhe o noivo beijar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Quer sossegada na praia,
Quer nos abismos do mar,
Tu és, ó minha jangada,
A virgem do meu sonhar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Sé à liberdade suspiro,
Vens liberdade me dar;
Se fome tenho - ligeira
Me trazes para pescar!
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
A tua vela branquinha
Acabo de borrifar;
Já peixe tenho de sobra,
Vamos à terra aproar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Ai, vamos, que as verdes ondas,
Fagueiras a te embalar,
São falsas nestas alturas
Quais lá na beira do mar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
(Juvenal Galeno)
Que vento queres levar?
Tu queres vento de terra,
Ou queres vento do mar?
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Aqui no meio das ondas,
Das verdes ondas do mar,
És como que pensativa,
Duvidosa a bordejar!
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Saudades tens lá das praias,
Queres n’areia encalhar?
Ou no meio do oceano
Apraz-te as ondas sulcar?
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Sobre as vagas, como a garça,
Gosto de ver-te adejar,
Ou qual donzela no prado
Resvalando a meditar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Se a fresca brisa da tarde
A vela vem te oscular,
Estremeces como a noiva
Se vem-lhe o noivo beijar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Quer sossegada na praia,
Quer nos abismos do mar,
Tu és, ó minha jangada,
A virgem do meu sonhar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Sé à liberdade suspiro,
Vens liberdade me dar;
Se fome tenho - ligeira
Me trazes para pescar!
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
A tua vela branquinha
Acabo de borrifar;
Já peixe tenho de sobra,
Vamos à terra aproar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
Ai, vamos, que as verdes ondas,
Fagueiras a te embalar,
São falsas nestas alturas
Quais lá na beira do mar:
Minha jangada de vela,
Que vento queres levar?
(Juvenal Galeno)
21/11/2012
Presidente da ALJUG - Eliane Arruda - Lança Livro na Bienal Internacional do CE.
Eliane Arruda, Presidente da Academia de Letras Juvenal Galeno (ALJUG), lançando seu Livro de Contos, Perfil do Entardecer, na Bienal Internacional do Livro do CE , no stand da ACE - Associação Cearense de Escritores. Novembro/2012.
22/08/2012
Acadêmica Márcia Christina Lio Magalhães, Lança Livro na Bienal de SP.
A Acadêmica da Academia de Letras Juvenal Galeno ALJUG, Márcia Christina Lio Magalhães (Cadeira nº 10), relançou em 17 de Agosto de 2012 na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, seu Livro POETAR É PRECISO editado em 2010 pela editora Scortecci. Na ocasião, recebeu fãs e amigos para tarde de autógrafos.
10/08/2012
Crença e Desejo? Pois Sim!
Hoje, percebe-se um grande número de pessoas alimentando o desejo de se tornarem escritoras, mas será que só o desejo e a crença na palavra DOM resolvem o problema, configuram um verdadeiro escritor?
É claro que não! Faz-se necessário estudo intenso do conteúdo gramatical e gráfico, leitura continuada, domínio do que, de fato, caracteriza um tipo de gênero textual, além do treino incessante com o rumo da palavra escrita, tudo somado aos princípios de coerência e coesão textual.
Até a própria leitura não deve ser feita às pressas, em qualquer situação: numa viagem de avião, bancos de praças... Deve ser feita vagarosamente, refletida, observada quanto ao conteúdo e à forma, mas não para dar satisfação às pessoas: de que lê muito, um número x de livros por ano... Quando a quantidade de leitura vale mais do que a qualidade?.
Em uma leitura consciente, observa-se, em primeiro lugar, o vocabulário, as expressões, os belos arranjos feitos pelo autor, os momentos que permitem reflexão, a própria técnica de desenvolvimento de um texto... Daí alguns professores aconselharem, até mais de uma vez, a leitura de um livro, de um simples texto, e acrescento: desde que sejam bem escritos e obra de um autor consagrado. Será que um texto com vocabulário “pobre”, corriqueiro, sem uma postura sintática definida resolve alguma coisa, ou seja, nutre, realmente, o intelecto e contribui para a produção de textos ricos e coesos?
Quem hoje escreve e participa das famosas comissões julgadoras em concursos literários? Em seleção de textos para antologias e coletâneas? Quem lê os manuais de redação e os livros de teoria literária?
Tudo isso precisa ser refletido, e de uma forma bem mais séria, sobretudo nas Entidades Literárias. Ser chamado de conto, crônica, poema de forma fixa, texto opinativo o que realmente for! Do contrário, o analfabetismo funcional chegará onde não deveria, e mantendo a sua história! Uma triste e vergonhosa história!
(Eliane Arruda)
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